A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 05/10/2017

A saúde mental,dentro da atualidade, é bem vista em vaga nas temáticas populares.O que se observa de modo pragmático é um considerável aumento no número de diagnósticos de depressão,ansiedade, síndrome do pânico, entre outras,contudo,tal repentina “epidemia” relativiza-se pelo status a pela banalização desses problemas .Fazendo assim,cada vez maior a necessidade de debater as doenças mentais a fim de entendê-las,defini-las e por fim, melhor tratá-las.

A análise inicia-se pelo aspecto prático,ao entender a realidade de pessoas,que independente do juízo de valor, realmente sentem-se com problemas mentais.Para entender a origem desta questão,é possível tomar à discussão o pai da psicanálise,Sigmund Freud,que trata em sua obra do líbido humano.É pondedo por Freud que o homem, no sistema em que encontra-se imerso, aplica sua energia,libido, no seu labor, reprimindo-se dessa forma,e assim adoecendo.Do século dezenove,de quando Freud trabalhou,até os dias de hoje o capitalismo só fez evoluir e exigir,“comprimindo” cada vez mais o homem na competitividade neoliberal.

Frente à tais possíveis causas,é necessário entender como distinguir a linha tênue do real problema com o “glamourizado” .Discutindo sentimentos,e saúde mental humana sempre foi um tabu para a humanidade, e dentro das inúmeras consequências, o que se vê popular hoje é a de atribuir status à questão e autodiagnosticar-se “neuroatípico”. Afim de sair de interpretações distorcidas e necessário deixar de banalizar,e buscar o entendimento,de modo que se discuta o assunto de forma séria e dentro da esfera da ciência com ajuda de profissionais.

Conclui-se então que a necessidade de debater doenças mentais,constrói-se na causa de um sistema limitante das pessoas na sua liberdade através do trabalho, mas que vai além de uma coloquial discussão.As necessidades emergentes ao problema,define-se pelo questionamento,tanto do povo consciente de buscar de forma mais natural um tratamento,quanto pelos psiquiatras.