A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 15/10/2017

As doenças mentais são problemas que trazem riscos à humanidade, podendo agravar impactos sociais prejudiciais se não forem bem tratados. No entanto, a sociedade atualmente vem banalizando e conduzindo o problema sem muita seriedade, causando transtornos e tragédias.

Em primeira instância, uma baixa parcela da população - em torno de 20% - tendem a possuir uma doença mental, sendo a depressão uma delas e a mais comum, e dessa quantia apenas 15% à 25% possui tratamento adequado segundo Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, como consequências possíveis podem ser as tragédias ocorridas recentemente, como em Janaúba, em Minas Gerais, cujo um segurança de uma creche, que sofria problemas mentais, ateou fogo em si mesmo e nas crianças do local, causando suas mortes. Outra que aconteceu mundialmente, foi o jogo Baleia Azul, que vitimou crianças e adolescentes consideradas com depressão. Tais fatos evidenciam o que leva a falta de tratamento e atenção adequados.

Ademais, a falta de seriedade para esses males chega no ponto de se tornar expressões comuns como “deprê”, ou ainda, nomes de comunidades das redes sociais como “Enem da Depressão” entre outras, sendo casos que deixam de lado o transtorno, o que pode ter sido uma brecha para os diversos jovens terem se suicidado jogando Baleia Azul.

Diante dos fatos apresentados, a necessidade de elaborar alguma campanha para evitá-los é importante, podendo os hospitais ou órgãos de atendimento psiquiátrico divulgarem e chamarem a atenção para o problema, por meio das redes sociais ou anúncios publicitários, de modo que os familiares ou próximos dos enfermos tomem consciência e seriedade disso, a fim de atenuar e tratar adequadamente a doença.