A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 02/11/2017
Em uma era,a qual vive-se em um individualismo exacerbado proporcionada pelo modelo capitalista de Adam Smith,muitas pessoas com falta de altruísmo,seja por falta de conhecimento ou por negligência,essas deixam de ajudar o próximo e até mesmo banalizar assuntos relativos às doenças mentais.Sendo assim,objetivando debater as enfermidades psíquicas e psicológicas,cabe ao Estado harmonicamente à mídia e à sociedade criar medidas de atenuação da ignorância e da passividade.
É indubitável que a quarta Revolução Industrial,ademais às heranças deixadas por Theodor Adorno e Isaac Newton explicam a pós-modernidade.Dessa maneira,com uma sociedade interconectada - Revolução Tecnológica - por conteúdos de massa cujos interessam à burguesia(produtos,comida,roupas) - Indústria Cultural - bem como a não ação frente aos conteúdos relativos aos problemas mentais com o próximo,não há o debate(reação) para esse impasse.
Por outro lado,existem aqueles os quais conhecem os impasses do século XXI(depressão,ansiedade) e mesmo assim agem de forma inadequada para modificá-los, agindo com passividade para tais em molde do “tranquilismo de Lin Yutang” em seu significado mais restrito ao qual a escritora Clarice Lispector transpôs em seu livro “A hora da estrela”.Dessa forma,é observável uma relação direta com o pensamento aristotélico “o que você tem capacidade de fazer,tem capacidade também de não fazer” além de estabelecer ações que não só ajudam acerca do debate social,mas também o faz virar alvo de preconceitos e discriminações,a exemplo de páginas sociais com teor humorístico(Futebol da Depressão,Medicina da Depressão).Desse modo,corrobora-se para a disseminação do “fato social durkheimiano” preconceituoso e discriminatório país afora.Logo,tendo em vista os fatos supracitados,é necessário que sejam revistos os comportamentos cujos nada auxiliam para a consumação do conhecimento e debate das doenças mentais,outrossim que os dificultam.
Portanto,cabe ao governo aliado aos meios de comunicação e ao corpo social a condição de reversibilidade desse impasse.O poder público,por meio do Ministério da Saúde,tendo em vista que até o fim de 2017,o Brasil terá 1 smartphone por brasileiro(FGV), deve criar um aplicativo, o qual esclareça sobre prognósticos da doença, com a consecutiva assistência médica,divulgando-o por meio da mídia - com o intuito de romper “barreiras” relacionadas à ignorância.Ademais,com o objetivo de estabelecer o abrandamento da negligência,o Estado deve reordenar as páginas na web,decretando a divulgação do material politicamente correto - sob possibilidade de cumprir penas sociais - a exemplo de divulgar cartilhas de domicílio a domicílio apresentando conteúdos acerca das doenças psíquicas e psicológicas.Desse modo,poder-se-á desfrutar de uma sociedade crítica e ativa.