A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 28/05/2018

No século marcado pelo desenvolvimento tecnológico e dos avanços científicos, o maior mal que assombra a população são as doenças mentais. O transtornos psíquicos  atingem mais de 400 milhões de pessoas em todo mundo segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto muitas dessas pessoas não tem acesso ao tratamento ou tem sua doença banalizada.

Segundo os dados de 2015 divulgados pela OMS, o Brasil é o país com maior índice de transtorno de ansiedade e estimasse que 5,8% dos brasileiros tenham depressão, contudo muitos não procuram ajuda por medo ou preconceito causado pela falta de informação. A psicofobia é o resultado dessa desinformação, os alvos dessa fobia perdem oportunidades de emprego e se excluem socialmente.

Junto do preconceito, a banalização e a romantização dessas psicopatologias se tornou comum, páginas que usam a palavra depressão como entretenimento vem crescendo cada vez mais,  essas comunidades tem como objetivo comparar o sofrimento normal do ser humano com os da doença, tentando mostrar que se sentir assim é normal. Além delas, no Youtube existe vários vídeos que fazem alusão a esses transtornos como se fosses engraçados apenas para ganhar cliques.

Uma das formas de romantizar essas doenças é quando qualquer variação normal de humor já é classificada como depressão ou bipolaridade, esse tipo de comportamento é comum entre os jovens como uma forma de chamar atenção. Por consequência desse ato, muitos casos reais são acabam não recebendo a atenção devida.

Por tanto as pessoas atingidas por essas enfermidades tem sua doença ignorada pela sociedade, a melhor forma de acabar com isso é através da conscientização da população. O estado junto da mídia podem criar um dia de conscientização sobre as doenças mentais e as consequências delas, com palestras e gincanas para informar a população de como lidar e tratar dessas enfermidades.