A necessidade de debater as doenças mentais

Enviada em 12/04/2018

Durante a idade média,indivíduos que apresentavam doença mentais eram deixados de lado pela sociedade.Dessa forma,na atualidade ainda ha muito preconceito,por parte de cidadãos que acreditam que o correto e deixa-los de lado. Além disso,o índice de pessoas que se suicidam perante a este preconceito aumentou gradativamente. Neste sentido,dois aspectos são relevantes: O preconceito da população e a depressão causada por estas discriminações.

Neste cenário,é válido salientar que apesar de formas de intervenção médica,múltiplos sintomas de distúrbios são ignorados pela população.Outrossim, cidadãos não enxergam os transtornos mentais como um problema que deve ser resolvido e sim com uma frescura, e com isso, seres que sofrem com estes problemas acabam se isolando das comunidades por serem excluídos.Segundo a Organização Mundial da saúde o Brasil é o país com a maior taxa de transtornos de ansiedade e depressão no mundo, afeta cerca de 5,8% da população, fatores como pobreza e desemprego  contribuem para o aumento dessas doenças.

Sobretudo,o século XVII é visto por Foucault como o período da Grande Internação: a construção de espaços para isolar os loucos e demais marginalizados da sociedade é encarada na Europa como uma alternativa para a reabilitação e cuidado para com tais indivíduos.Da mesma forma,na atualidade ainda existe certos preconceitos que acabam fazendo com que os cidadãos suportem tais discriminações e se isolando da nação,pois como dizia Aristóteles:‘‘A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais’’.

Dessa forma,pode-se notar que a discriminação de pessoas que sofrem de doenças mentais ainda é uma realidade.Portanto,é de conhecimento geral que essas enfermidades causam sérios riscos ao indivíduo, e com isso, o Ministério da saúde deve promover campanhas sobre estes problemas mostrando-os a população que deve ser dada a devida importáncia,e também,dar auxílio para aqueles que esses distúrbios.