A necessidade de debater as doenças mentais
Enviada em 21/04/2018
A recente prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido como Lula, pode ter sido um choque para alguns mas para outros foi um crime cobrado tardiamente. Desse modo, pode se observar como o benefício da carcerária ajuda e condena pessoas de todas as classes, mas não de um modo igualitário.
As prisões nasceram com a ideia de afastar aqueles que roubam, matam, ou fazem algum delito a se separarem da camada social para que a comunidade não tenha mais perigos. Esses detentos separam-se da sociedade justamente porque a cadeia é um meio de defender a população de certas ações negativos que eles causam, e fazendo uma cidade mais segura para todos deixando um lugar onde as próximas gerações que virão possam se orgulhar.
Contudo, essa não é a realidade. Grande maioria das caseias sofrem de superlotação, ocasionando em muitos presos se juntarem em facções, e muitas vezes usufruindo uma vida luxuosa dentro da prisão e cometendo os mesmo erros de quando estavam livres. E enquanto estão dentro do encarceramento, eles não tem ensinamentos de como reinseri na sociedade uma vez soltos ou a visão certa do certo e errado, e até mesmo como se portar lá dentro. E inúmeras vezes são injustiçados por um sistema cujo favorece os privilegiados com alta renda e desfavorece com aqueles que não possuem muito, fazendo muitas pessoas que cometem delitos menores serem punidos severamente enquanto aqueles que cometeram crimes menores sairem “meio” impunes.
Por isso, o Estado precisa providenciar aulas para os detentos mostrando comportamentos adequados para se viver em bem comum, também é preciso haver um número maior de cadeias com regras claras e uma boa administração, e para completar precisam se empenhar para construção de um sistema igualitária para os crimes cometidos não importando a classe social a qual o indivíduo se encontra, fazendo todos pagarem igualmente pelos seus crimes.