A necessidade de desconstruir o tabu acerca dos cuidados masculinos

Enviada em 10/06/2022

Segundo o artigo 3° da constituição federal “A saúde é direito de todos e dever do Estado.” Entretanto, esforços de iniciativas e projetos se revelaram ineficazes ao não demonstrarem resultados uma vez que, a expectativa de vida população masculina é infeior à feminina, isso é resultado de tabus que fazem com que os homens evitem a busca por tratamentos e cuidados que possam auxiliar na própria saúde.

Primeiramente, destacam-se dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) em que a expectativa de vida dos homens é em média sete anos e meio inferior a das mulheres. Ademais, segundo médicos e psicólogos isso é provocado pela mentalidade que a família propaga desde à infância de que “o homem é forte” e, ao ser mal interpretada faz com que o indivíduo passe a ter crenças que não condizem com o seu estado de saúde, fazendo com que ele evite cuidados, exames e até orientações médicas.

Segundamente, vale ressalta que apesar de esforços de programas como Novembro Azul, o câncer de próstata é a segunda maior causa de morte natural dos homens no Brasil segundo dados do INCA. Esse dado, é resultado do tabu

que esse tipo de cancêr é entre os homens e do preconceito com o exame necessário para verificar a saúde do orgão.

Decerto, a diferença entre a expectativa de vida masculina e feminina é causada pela má interpretação da mentalidade de que o homem é forte. Portanto, faz-se necessário uma parceria da Mídia, da Escolas e das Famílias para mudar tal realidade através de projetos de estudo, pesquisas, artigos, livros, e projetos afim de que essa mentalidade seja desconstruida e esses tabus prejudiciais se extinguam e, só então o homem poderá cuidar de sua saúde sem preocupar-se com preconceitos.