A negligência em relação à saúde masculina no Brasil
Enviada em 20/05/2024
De acordo com o pensamento positivista de August Comte, as escolas devem priorizar o ensino científico, no entanto esse pensamento é equivocado na atual sociedade, pois tais estudos não preparam a população, o que possibilita uma sociedade desinformada que ignora, por exemplo, a negligência em relação à saúde masculina no Brasil. Dessa forma, a desinformação social e o descaso governamental, são fatores que agregam esse cenário.
Em verdade, é válido pontuar a faltar de informação como dificuldade para compressão do problema. Segundo o artigo 5° da Constituição Federal de 1988, todo cidadão brasileiro tem direito a informação. No entanto, importante lei não é aplicada efetivamente, principalmente quando se observa a desinformação social acerca da importância do cuidado com o cuidado com a saúde da população masculina, que em sua maioria tomadas por um orgulho, fruto de um passado machista, se veem isentos de preocupações, cuidado e incentivos para o cuidado essencial com o corpo, o que é um absurdo, pois o poder público atuando como principal veículo de informação precisa intervir para modificação dessa realidade.
Ademais, é importante ressaltar que o governo não se emprenha efetivamente na resolução do problema. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes “O estado é responsável pelo bem-estar social”. Esse pensamento que ultrapassa décadas soa tão atual, especialmente quando se analisa a negligência em relação ao bem-estar saudável da população masculina, que sem amparo governamental, principalmente em questão de incentivos, gerando consequências ruins, tais como, anos sem frequentar consultórios médicos, realizar exame e “check-ups”, que deviam estar incluindo como ações essenciais de prevenção.
Torna-se, evidente, portanto, os entraves da problemática supracitada. Assim, cabe ao Governo Federal, criar medidas que assegurem o direito da população masculina, por meio de propagandas informativas em todos os meios de comunicação do pais, inclusive nos postos de saúde pública, como forma de incentivo e quebra de paradigmas antes impostos,a fim de que munidos de informação possam espelhar também as gerações futura, podendo assim acabar com o descaso com a saúde masculina no Brasil.