A normalização do amadurecimento precoce e seus malefícios
Enviada em 21/02/2023
O ser humano é social, necessita viver em cominudade e estabelecer relações interpessoais, porém, embora intitulado sob a perspectiva aristotélica, política e naturalmente sociável, inúmeras das suas práticas antiéticas corroboram ao contrário. No que tange aos malefícios do amadurecimento precoce, questões como alterações psicológicas e incômodo da menarca, devem ser levados em consideração, já que estão intimamente ligadas á realidade do país.
É indubitável que o aparelho estatal é ineficiente no que diz respeito á amadurecimento precoce, bem como a promoção de soluções para o problema. De acordo com o Artigo sessenta da Constituição Federal de 1988, “É proibido qualquer trabalho para menores de quatorze anos de idade”. No entanto, a inserção ao mercado de trabalho desenvolve problemas físicos e psicológicos, como ansiedade, distúrbios de sono, depressão e vícios como, tabagismo e alcoolismo. Sendo assim, medidas devem ser tomadas a fim de amenizar o problema.
Outrossim, vale ressaltar que essa situação é corroborada por fatores socioculturais. Segundo uma pesquisa realizada na Europa, o motivo para crianças menstruarem aos dez e onze anos está diretamente relacionada aos estímulos comportamentais, como a erotização precoce. Diante do exposto, o pensamento da sociedade ainda é um grande ímpasse á proteção as crianças, pois seus próprios país os enduzem ao amadurecimento com roupas que não são indicadas para público infantil e programas de TV para maiores.
Com o objetivo de minimizar o amadurecimento precoce, é dever do Ministério da educação e escolas promover companhas, por meio de paralizações, protestos e palestras a fim de conscientizar país e responsáveis sobre as consequências causadas à seus filhos. Outrossim, cabe ao Governo contratar psicólogos para todas as escolas e creches para que seja evitado traumas e problemas psicológicos. Somente assim, será construida de fato uma sociedade justa, ética e democrática.