A normalização do amadurecimento precoce e seus malefícios

Enviada em 21/07/2023

Ao afirmar " Se queres prever o futuro estuda o passado", o filósofo polonês, Confúcio faz uma comparação entre o futuro e o passado. De fato, ele estava certo, pois a banalização da adultização da criança não é um problema atual, e acontece desde à Revolução industrial no séc. XVIII, era comum o uso do trabalho infantil nas fabricas com carga horaria que poderia chegar à 12h ao dia. Os pequeninos não tinham tempo para viver a infância na sua totalidade. Dessa forma, as adversidades ainda persistem, pois familiares acabam sobrecarregando-os esta faixa etária com atividades extracurriculares, e o pueril não tem tempo de ser criança.

Diante desse cenário, os responsáveis na tentativa de garantir um futuro promissor a sua prole, atribuí excesso de atividades, com diversos compromissos em sua rotina. Causando um desequilíbrio entre o lazer e a demasia de responsabilidades. Este amadurecimento forçado não faz bem à saúde mental das nossas crianças.

Por consequência, a esse “encurtamento da infância” motivado pelo excesso de obrigações atribuídas aos pequenos, os mesmos tornam-se infelizes, sem tempo para brincar e descansar. Esses são fatores de riscos para o desenvolvimento de depressão e ansiedade.

Portanto, algo precisa ser feito a fim de sanar a questão. Para isso, o ministério da educação, em parceria com o ECA promovam uma ampla divulgação em escolas, e nas grandes mídias a fim de conscientizar os reesposáveis sobre os malefícios da abreviação da fase infantil. E Assim tal ação garantirá o gozo pleno de um estágio tão importante para os infantis.