A normalização do amadurecimento precoce e seus malefícios
Enviada em 19/07/2024
A série “Eu a Patroa e as Crianças”, demonstra os malefícios da normalização do amadurecimento precoce, quando o personagem Franklin, tem dificuldade de socializar com crianças da sua idade. Assim, a normalização do amadurecimento prematuro faz com que as crianças não se sintam incluídas ao seu ciclo de idade e, com isso, acabam se isolando. Consequentemente, muitas crianças tem que trabalhar muito cedo por não terem boas condições sendo obrigadas a uma evolução prematura.
Sob essa lógica, o que deveria ser normalizado é as brincadeiras que se tem na infância, que por sua vez ,tem um papel muito importante para o ciclo social e saúde mental. Nesse sentido, os jovens que tiveram o amadurecimento precoce não tem uma boa saúde mental, isso acontece por causa do ciclo social que foi impedido, para realizar tarefas que não são da sua idade. Ademais, vale ressaltar o trecho da música trem bala que diz, “que a gente quer crescer e quando cresce quer voltar do início”, tal frase que demonstra que a rapidez do amadurecimento traz o arrependimento de querer voltar para infância. Desse modo o processo infantil tem um papel muito importante para a saúde mental e desenvolvimento da criança.
Outrossim, a evolução prematura resulta do trabalho infantil que muita das vezes é necessário por falta de uma boa condição financeira. Nesse contexto, o trabalho infantil prejudica muito no processo evolutivo da criança, visto que forçam a terem compromisso que ainda não estão preparados para terem. Além disso, vale aborda que de acordo com a Dr. Liubiana, o trabalho infantil provoca problemas no processo de desenvolvimento juvenil, isso acontece porque sofrem muita pressão e não tem maturidade para suportar. Dessa forma, a necessidade do trabalho infantil resulta em boa parte dos problemas psicológicos de indivíduos que tiveram que amadurecer rápido.
Logo, nota-se que a normalidade do amadurecimento precoce traz malefícios aos jovens e precisa ser combatida. Portanto, o Ministério do Trabalho, que fiscaliza os empregos, deve criar normas para ajudar jovens que necessitam trabalhar, por meio de decretos de lei, afim de impedir a realidade de Franklin aos outros jovens.