A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 21/10/2019

A década de 1990 foi marcada pelo protagonismo jovem na política, sendo palco de movimentos a exemplo do “Diretas Já”. Contudo, a juventude contemporânea encontra-se desapontada com o cenário atual, o que configura um engajamento decrescente. Sob tal ótica, o cenário descrito evidencia graves consequências socioeconômicas.

A priori, segundo Aristóteles a política deve ser usada de modo que por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Nesse sentido, a atual conjuntura do país apresenta governantes que não representam a opinião jovem. Portanto, entende-se que o fato rompe o equilíbrio proposto e demanda soluções.

Outrossim, a série televisiva “the socity” traz o enredo uma sociedade na qual adolescentes se veem obrigados a assumir cargos a fim de promover ordem na cidade. Fora do universo cinematográfico, isso não acontece, visto que a ascensão da internet resultou construção de jovens de pouco senso crítico. Nesse sentido, os mesmos não se sentem incomodados para ir ás ruas, agravando o problema.

Entende-se, portanto, que a falta de engajamento jovem na política do pais é um grave problema social. Dessa forma, é fundamental que o MEC promova palestras ministradas nas escolas de nível médio, a fim de que inspirados na geração de noventa, despertem o senso crítico. Enfim, aplicadas essas medidas e inspirado no equilíbrio aristotélico o problema será gradativamente minimizado.