A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 06/09/2019
George Orwell enfatiza a relação mútua entre homem, tecnologia e sociedade em seu livro 1984. Nesta perspectiva, o jovem no século XXI, tornando-se mais crítico e responsável com o meio coletivo devido ao maior acesso à educação e evolução social, não possuí o respaldo necessário na inclusão política. Visto que, cerca de 45 milhões desta classe não têm o subsídio e a efetividade nas formas administrativas públicas.
É fundamental analisar, desse modo, o crescente engajamento na busca de interesses coletivos calcados no senso crítico por conta da rara representatividade. Nesse compasso, destaca-se a incoerência nas formas políticas de administração, porquanto sendo o 5° maior país do mundo e 1/5 da população é formada por jovens não tendo estes seus interesses atendidos pelas instâncias públicas de governo. Prova disso, segundo o Estadão, menos de 1% de representantes dos jovens estão incluídos nas formas políticas do Brasil.
Cabe analisar, ainda, o descompromisso midiático em promulgar o efetivo jovem e incentivar estes na manifestação física de cujo aspecto tem maior resultado. Nesta esfera, o crescente uso das tecnologias da informação propiciou equivocadamente a acomodação de pessoas e menor resultado quanto aos direitos e anseios atendidos. Em suma, com já a precária participação juntamente com a estagnação de sua afirmação social torna-se inóspito seu lugar na sociedade.
Fica claro, portanto, a imprescindível ação para a inclusão efetiva dos jovens nas formas política do Brasil. Para isso, o ministério da educação e a instância legislativa devem promover a admissão política representacional por meio de reserva de vagas, que tornaria obrigatória a efetiva inclusão para atender interesses em perspectivas sociais e cívicas. Dessa forma, tendo a necessidade da mídia divulgar, devendo a obrigação de encorajar a sociedade para que gere positivos efeitos.