A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 29/08/2019
Tendência
Segundo o filósofo grego Heráclito, apenas a mudança é permanente. Ao partir desse pensamento, pode se notar que os jovens estão cada dia mais presentes nas suas escolhas e opiniões sobre a política. O problema é que, há aqueles que não acompanham essa transformação de atitude e aqueles que tornam isso um ato de “selvageria e algazarra”, tratam muitas vezes como desacato e falta de respeito.
Primeiramente, após o fim da 2° Guerra Mundial, a entrada da mulher no mercado de trabalho e o desenvolvimento de contraceptivos levou a faixa etária de 0 a 16 anos reduzir. Assim, nos dias de hoje, o número de adolescentes e jovens adultos, de 16 a 33 anos, está muito maior e isso faz com que os pensamentos e opções sejam priorizados por eles na hora de se saber o que é melhor para a sociedade brasileira. Perante a um governo que ainda prevalece adultos com costumes antigos, que visam aspectos que atualmente não se encaixam, em sua maioria motiva greves e manifestações em ruas.
Seguindo esse cenário, uma parte da população e até a mídia veem esses protestos como desrespeito as autoridades, o que em algumas vezes pode se observar com certos manifestantes. Porém a finalidade daqueles que querem dar voz a suas ideias não é através de violência e sim de chamar atenção para os erros vistos, como a escolaridade, a saúde e o desemprego. Diante dessas injustiças, e de não serem notadas com publicações em redes sociais, o povo começou a sair de casa e lutar por respostas, que com o tempo tendem a ter soluções, por perceber pequenos progressos.
Deve-se constatar, portanto, que para se ver essas manifestações como de direito a todos, a secretaria estadual de desenvolvimento social e diretos humanos deve oferecer junto da mídia, melhor informada, formas de se protestar sem que haja brutalidade junto. Por meio de propagandas e informações antecipadas de futuras movimentações. Afim de que todos estejam cientes das modificações em que o Brasil se encontra, para que não se tenha leigos e agressores desnecessários. Aumentando assim as chances de prevalecer a maior parte e não a minoria como se tem tendenciado a população contemporânea.