A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 07/09/2019

A partir do século XXI, com um mundo globalizado, os  jovens tem mais  acesso ao conhecimento sobre a questão da política, devido as  redes sociais, que proporciona a facilidade na busca sobre o determinado assunto. Desse modo, a participação do jovem é maior parte de forma online. Entretanto, esse acesso pode contribuir para impasses. Sendo assim, são necessárias intervenções para resolver a questão.

Em primeiro lugar,  segundo o sociólogo  Jürgen Habermas, o debate entre o estado e os cidadãos é necessário para que uma aja  compreensão. No entanto,  o acesso a internet pelo o jovem proporciona que o tenha a comunicação de forma livre, na participação  da política a partir das redes sociais, a falar todos os pensamentos e com isso a ferir a pluralidade do outro. Sendo que, de acordo com a constituição de 1988, desde os 16 anos já se tem o direito do voto e obrigatório a partir dos 18 anos. Desse modo, é nessa idade que os jovens tem mais acesso a esse meio de interação.

Outrossim, com as redes sociais o jovem tem acesso aos acontecimentos sobre a questão da política, assim, a saber tudo sobre a corrupção que se torna cada vez mais abrangente na sociedade contemporânea. Logo, os jovens buscam por melhorias, através de manifestações pacíficas, para fazer os questionamentos necessários, afim dos seus diretos. Ademais,  com todos os episódios, leva ao jovem desacreditar da política no Brasil. Então, é necessário trazer a participação mais presente, através de comunicação, que de acordo com Jürgen Habermas, é necessário.

Portanto, O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e comunicação (MCTIC), com palestras nos locais de mais acesso aos jovens, como por exemplo, nas escolas. Por meio de slides para mostrar os cuidados no debate pelas redes sociais. Dessa forma os jovens com a  informação devida a participar da política de forma precisa e correta. Sendo assim, são os primeiros caminhos para amenizar a questão.