A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 05/09/2019
Conforme Aristóteles, a ética promove a felicidade individual, enquanto que a política promove a satisfação coletiva. Seguindo essa máxima, a participação política do jovem no Brasil se dá não só pela busca de direitos sociais, como também pela ideia de representatividade.
Em primeiro lugar, vale pontuar que diacronicamente os jovens lutam por um espaço social que lhes garanta autonomia de fala, poder de decisão e participação política efetiva. Prova disso foi o movimento estudantil dos anos 90, os caras pintadas, que foi responsável pela renúncia do então presidente Fernando Collor.
Além disso, a representatividade dessa faixa etária é necessária para um maior engajamento político. De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral-TSE- mais de 45 milhões de eleitores são jovens entre 16 e 33 anos. Dessa forma, um representante público precisa estar por dentro dos padrões de comunicação e comportamento juvenis.
Em síntese, medidas devem ser tomadas para melhorar a participação dos jovens. É necessário, portanto, que o Ministério da Educação, juntamente com Diretório Acadêmicos, incentivem programas educacionais, como o grêmio estudantil e através de palestras que visem a inserção dos jovens no meio político, será possível iniciar e intensificar a participação dessa parcela de eleitores. Dessa forma, a felicidade coletiva será alcançada.