A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 23/08/2019
O Movimento Estudantil no período da Ditadura Militar, 1964 a 1985, foi sobretudo uma resistência política de jovens brasileiros. Conquanto, no atual Brasil, a participação política do jovem é banalizada pelo mesmo, haja vista a desilusão em que se encontra. Outrossim, medidas são necessárias para reverter essa problemática.
Primordialmente, é notável que a falta de representatividade na política, assim como a corrupção, são fatores cruciais na desilusão do jovem. De acordo com o Índice de Corrupção do Fórum Econômico Mundial, o Brasil é o quarto país mais corrupto do mundo, logo, a falta de crença no sistema torna a banalização da política inevitável. Ao parafrasear Émile Durkheim, sociólogo, é possível afirmar que o jovem brasileiro é produto de uma sociedade corruptível que o desanima, tendo em mente a importância do meio inserido.
Nesse sentido, há no Brasil uma democracia falha, ao considerar que a participação política, fundamental nesse sistema, encontra-se abalada. Analogamente, a desvalorização e a vontade de emigrar do Brasil para outros países, são consequências de tal desilusão juvenil. Em suma, a participação do jovem é essencial para ratificar a democracia brasileira.
Infere-se, portanto, que FMI, Fundo Monetário Internacional, deve fiscalizar a aplicação dos gastos públicos no Brasil. Enquanto que o MEC, precisa propagar campanhas midiáticas e escolares, que expliquem sobre a importância do jovem na democracia. Por meio de apoio internacional e investimentos governamentais é possível. Assim, alcançar-se-á uma juventude ativa novamente.