A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 25/08/2019

Em meados do século XX, a União Nacional dos Estudantes (UNE) foi criada com o objetivo de unir jovens para pressionar o governo brasileiro a atender os interesses da sociedade . Atualmente, apesar do movimento ainda existir, a juventude brasileira participa cada vez menos da política. Nesse contexto, é necessário analisar os fatores que colaboram para a falta de participação e o que isso pode acarretar.

Em uma primeira análise, os jovens são uma grande parcela da população e por isso fundamentais para decidir quem são serão os políticos eleitos. Entetanto, devido principalmente a corrupção presente em toda a história e a falta de estímulo, grande parte acaba se distanciando do processo eleitoral. De acordo com o tribunal regional eleitoral do DF (TRE-DF) dos jovens do Distrito Federal que poderiam ir a urna pela primeira vez em 2014, apenas 35% tiraram o título. Infere-se, poranto, que a política não é uma prioridade entre essa parte da população.

Por conseguinte, a democracia é afetada já que parte dos cidadãos brasileiros não se interessm em participar das decisões políticas. Consoante ao filósofo Platão “o castigo dos bons que não fazem política é serem governados pelos maus. Percebe-se que a política está presente em todos os setores da sociedade e o interesse por ela é essencial para que seja possível a tomada de boas escolhas, principalmente nas escolha de representantes.

Diante do exposto, como afirma Nelson Mandela “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. Por isso, faz-se necessário que o Ministério da Educação por meio de escolas promova debates e palestras com alunos de ensino fundamental e médio, buscando sensibiliza-los sobre a importância de suas participações na política e apresentando formas de fazer isso, como a participação em movimentos estudantis, o que pode contribuir consideravelmente para o avanço da democracia no país.