A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 24/08/2019

A Constituição do Brasil de 1988 instituiu no país um estado democrático de direito onde a politica dever ser exercida por membros eleitos pelo povo, contudo não proibiu a participação da população nas questões de estado; porém não se faz presente no corpo social brasileiro a efetiva participação do jovens na direção da nação ou por falta de incetivos ou pela falta de oportunidades

Em primeiro lugar, há falta de incentivo para a participação de jovens na política, carência esta, que deveria ser suprida pelas escolas públicas brasileiras que não o fazem afim de perpetuar no poder aqueles que la  estão, prova disso é o projeto ‘Escola sem Partido’ que visa diminuir o pouco que vem sendo feito, a respeito dos ensinamentos políticos nas escolas públicas. Além da falta de estimulo dos pais que representam parte fundamental na formação do pensamento critico, e são os responsáveis sobre os ensinamentos dos deveres de um pátrio para com o seu país.

Ademais, assim como defendido pelo escritor português José Saramago “Sente-se uma insatisfação, sobretudo dos jovens, perante um mundo que já não oferece nada!”, essa insatisfação esta ligada a falta de oportunidades para aqueles que querem exercer o seu direito de participação seja ele da maneira mais simples possível, como por exemplo não ir a escola as sextas-feira (ato pacifico e exercido por Greta Thunberg, ativista sueca) ou a atos de maior complexabilidade como fazer sustentações orais nas câmaras de vereadores, abaixo assinados, manifestações pacificas e  projetos de lei; que visem defender seus posicionamentos políticos.

Portanto cabe ao Poder Executivo por meio do Ministério da educação, cria novas políticas públicas nas escolas brasileiras, tais como, debates sobre temas relevantes da economia, saúde e da propiá educação além da criação de aulas especificas sobre a historia da politica e como fazer-la de maneira responsável e coesa; para a devida inserção do jovem nos assuntos de estado assim bem como  criar novas oportunidades para que os mesmos possam atuar efetivamente na política brasileira. Pois uma democracia sem a participação de todos os membros do estado não é democracia, mas sim uma oligarquia.

É notório, no corpo social brasileiro a participação e o engajamento politico de alguns jovens que se preocupam e tomam posição no que diz respeito as decisões governamentais que afetam diretamente no funcionamento do estado. Mas essa participação ainda é pequena e pouco efetiva