A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 27/08/2019

Quando o escritor suíço Denis de Rougemont, diz que “a decadência de uma sociedade começa quando o homem pergunta a si próprio, o que irá acontecer?,  em vez de adquirir, o que posso fazer?. Nesse sentido é imprescindível que aja um maior acompanhamento e uma participação do jovem na política brasileira.

Primeiramente, a juventude está em um franco processo de afastamento de observação da economia e dos problemas que o país atravessa. Como por exemplo, neste ano de 2019, muitos jovens protestaram nas redes sociais sobre o desmatamento e as queimadas na amazônia, mas a maioria não foi as ruas protestarem sobre esses acontecimentos.

Além disso, os jovens tem uma grande importância na hora de decidir quem será o eleito nas eleições, e também o poder de levar à renúncia de um presidente. Pois do eleitorado brasileiro um terço está dirigido à juventude, e com o afastamento do ex-presidente Fernando Collon em 1992, sendo que os adolescentes foram uma válvula de escape nesse momento da história.

Evidencia-se, portanto, que o jovem tem um poder grandioso sobre a política no brasil. Afim de garantir uma sociedade engajada defendendo seus ideais, a esfera municipal com suporte do poder executivo devem proporcionar debates nas escolas com rodas de conversa entre os alunos, por meio de professores, que assegurem os diretos de todos os indivíduos da população. Aumentam assim as chances de uma sociedade mais pragmática e plural.