A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 26/08/2019

Sabe-se que durante a colonização, o Brasil adquiriu uma identidade explorada que continua até hoje: os portugueses exploravam os índios e africanos, agora, políticos corruptos roubam o povo. Essa situação serve como combustível para a descrença na democracia e afasta os jovens da política, que por não terem tido informações na escola se sentem impotentes quanto a reivindicar seus direitos.

A operação lava jato se iniciou em 2009, completando dez anos em 2019. Com isso se observa que, a acomodação da população mais velha faz os problemas se acumularem, criando uma sensação de incerteza quanto ao futuro. Segundo Zygmunt Bauman, o que se vive, hoje, é uma modernidade líquida, na qual a dúvida reina, causando doenças como ansiedade e depressão, que por sua vez são originadas pelo estresse.

A depressão é o segundo motivo de morte de pessoas entre 15 e 29 anos, sendo que 15% dessa população sofre dessa mesma doença e da ansiedade. Se tivesse uma informação maior na escola, os jovens poderiam estar mais concentrados em resolver esses problemas do que sentindo os efeitos que eles causam.

Portanto, as escolas deveriam oferecer aulas sobre política nos primeiros anos do ensino fundamental, e nos outros realizar debates a cada três meses sobre a política no Brasil, com o propósito de introduzir uma visão mais crítica e com mais conhecimento sobre o assunto. Já o Sistema Único de Saúde deveria desempenhar um acompanhamento psicológico a cada seis meses com os jovens, para auxiliar em sua preocupação e prevenir, ou tratar eventuais doenças psicológicas.