A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 27/08/2019
Na Idade Moderna, com o surgimento do contrato social na obra “Do cidadão”, Thomas Hobbes afirma que o Estado tem o dever de estabelecer a ordem e garantir a segurança de todos. No entanto, ao se observar a participação política dos jovens no Brasil contemporâneo, verifica-se o contrário. Devido a esse impasse, convém abordar que o desinteresse de uma fração significativa dos jovens com a política e as manifestações nas ruas pela ausência de alguns direitos como a igualdade entre os cidadãos geram os problemas.
Em primeira análise, observa-se o quanto o debate entre as pessoas é de extrema importância para minimização de conflitos e indispensável no que diz respeito ao progresso da sociedade, porém, esse ideal não está sendo verificado. Constata-se que desde os processos denominados “Revoluções Industriais” o mundo prioriza produtos e mercados em detrimento do bem estar global. Fica evidente, que a nação encontra-se em situação de emergência.
Outro aspecto relevante se refere à Constituição Federal, a qual afirma que os indivíduos devem ter direito à educação, saúde, liberdade, segurança e igualdade, ainda assim, percebe-se o quão esse decreto não está surtindo eficácia. Segundo o ex-ministro Joaquim Barbosa, o Brasil enfrenta problemas estruturais gravíssimos. Dessa forma, o artigo institucional deve ser analisado.
Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Congresso nacional deve investir na criação de programas educacionais na mídia como a Rede globo, com a participação de especialistas e mestres informando o valor da participação política dos jovens para o progresso da nação e a importância dos mesmos para atenuar a desigualdade social. Dessa forma, será possível totalizar os direitos fundamentais das pessoas que são estabelecidos pela Constituição Federal e estabelecer a inclusão social entre os povos. Só então seremos um corpo que integra indivíduos e promove a ordem.