A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 25/08/2019

No contexto social vigente, o termo política pode ser definido como a arte ou a ciência de administrar Estados ou nações pela participação popular. Dessa maneira, é visível que a maioria dos jovens brasileiros estão cada vez mais presentes nesse campo como cidadãos do país, pois segundo dados do jornal “O Globo”, houve um aumento de 29% no número entre brasileiros de 16 a 25 anos que disputaram a eleição, evidenciando um dos pontos mais discutidos atualmente. No entanto, observa-se que essa questão tem ocorrido por má influência dos governantes, além da inquietação dos jovens.

Primeiramente, deve-se analisar a péssima conduta dos representantes como principal causadora do problema. Dessa forma, é possível remeter ao fato histórico da realização dos primeiros atos políticos na Grécia Antiga, onde os gregos se reuniam em praça pública para tomar decisões em coletivo. Entretanto, hodiernamente, o que se tem observado é uma escassez de medidas viáveis para garantir a retomada de confiança dos dirigentes por parte da população, sendo que essa foi perdida ao longo do tempo por ações ineficazes e inconsequentes dos governos, tanto antigos quanto atuais, principalmente por ocorrências como a corrupção.

Paralelo a isso, é essencial aludir a aflição da sociedade jovem como outra imortalizadora do emblema. Desse modo, é possível referir-se ao que afirmava Aristóteles, famoso filósofo grego, “o homem é, naturalmente, um animal político”. Comprovando que a juventude atual compartilha da mesma maneira de pensar, justamente pelo fato de crerem que existe forma honesta de governo, os levando a se aproximar da vida política e incentivarem o interesse por esse meio, pela ânsia de pesquisar e avaliar casos de interesse social, o que causa uma movimentação geral na busca por direitos básicos.

Entende-se, portanto, que a continuidade da questão da participação política do jovem no Brasil, na contemporaneidade, é fruto do baixo prestígio dos governantes e da inquietude juvenil. Diante disso, é indispensável que a Policia Federal, em parceria com o Poder Judiciário e Executivo, responsáveis por julgar e aplicar as leis, investigue os casos com relação a má gerencia da população, focando em questões de prejuízo nacional como a corrupção, por meio de um sistema de análise das fichas dos representantes nacionais, destacando crimes e os tornando públicos, com o objetivo de incentivar a procura pelos candidatos “fichas limpas” pela população jovem e adulta. Ademais, as instituições de ensino, em conjunto com organizações não governamentais (ONGs), devem promover palestras que destaquem a importância da participação dos jovens na política, com o apoio de sociólogos capacitados, com o intuito de estimular uma maior participação juvenil nessa área.