A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 25/08/2019

Ao longo da história, muitos movimentos foram feitos para que pudesse haver melhora em algum aspecto na Sociedade. Esses movimentos apresentaram importante representatividade dos jovens quanto a essas questões. Por exemplo, em maio de 68 na França foi realizado uma manifestação pelos mesmos para que o sistema e a população se alertassem quanto as problemáticas vivenciadas. Hodiernamente, com o advento das redes sociais a acessibilidade aumentou impulsionando ainda mais a participação na política.

A participação política do jovem no Brasil contemporâneo, assim como em muitos lugares pelo mundo, tem resultado crescente após a Revolução técnico-científico-informacional. E isso se deve ao fato de que as relações tornaram-se mais próximas entre as pessoas. Logo, a acessibilidade antes não disponibilizada a uma parcela da população, atualmente tem extrema relevância quanto a diminuição de impedimentos para possibilitar a abertura para tentativa de minimizar problemas vivenciados no país.

Outrossim, os jovens atuantes na sociedade tem extrema importância pelo fato de serem os cidadãos considerados “mais ativos” em meio a Sociedade. Muitas vezes pelos mesmos estarem em meios educacionais e de empregabilidade, vivenciando diretamente consequências de uma gestão não adequada. Outro fator que apresenta a necessidade da atuação de jovens entre 16 à 39 anos é em relação à diminuição de preconceitos estruturais presentes no Brasil. De de acordo com a Constituição Brasileira todos os cidadãos são livres e apresentam isonomia. Entretanto, no cenário atual essas intolerâncias persistem e grande parte dos jovens atuam para melhoria quanto às oportunidades oferecidas a todos e quaisquer cidadãos.

Aos fatos supramencionados, urge a necessidade de que mais cidadãos se vêem atuantes na sociedade. Através do Ministério da Educação, por meio de amostras verídicas de que a participação do jovem é persistente para resolução de fatos numa sociedade cada vez mais intolerante, persistindo a ideia de “mais amor, menos guerra” defendida em 68.