A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 25/08/2019
Desde de 2013, ano das manifestações contra o aumento do preço da passagem de ônibus, o Brasil vive uma crescente referente à participação popular nas decisões do país. Além disso, o ativismo é composto, principalmente, de jovens e adultos, parcela cada vez mais ciente de seu papel como cidadão. Isso se deve ao papel das redes sociais e a conscientização da força da mobilização de massas.
Em primeiro plano, é inegável a participação da função das redes sociais no engajamento populacional juvenil. Por meio de plataformas como Youtube, Twitter e Facebook, os internautas tem acesso à diferentes perspectivas governamentais, podendo interagir mediante fóruns e caixas de comentários. Dessa forma, a militância de diversas vertentes encontra espaço para expor ideias e mobilizar grupos à politização.
Além disso, se por meio midiático a população se põe ciente das propostas e acontecimentos políticos, essa não permanece imóvel na esfera real. As manifestações do movimento “Vem Pra Rua”, em 2014, que protestavam contra a corrupção do vigente Governo Federal, culminou com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, mostrando a força da mobilização popular. Desde então, sucessivas passeatas foram feitas para reivindicar anseios ou insatisfações democráticas.
Por tudo isso, é inegável a crescente e incisiva participação de jovens e adultos no cenário político brasileiro, principalmente, com o advento de redes sociais. Dessa forma, é indispensável que se mantenha o respeito à Constituição de 1988 visando a garantia da integridade dos meios de comunicação, para que haja transparência entre governo e população. Além disso, deve-se ter permanência e asseguramento do direito de livre expressão, para o desenvolvimento de cidadãos cada vez mais participativos e cientes de sua nação.