A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 26/08/2019

Na decada de 80, jovens brasileiros foram as ruas pelo direito de  participar politicamente da vida do país por meio do voto, Movimento que ficou conhecido como ‘‘Diretas já’’ que, apesar de não ter dado certo, ficou conhecido como um marco importante na historia do país. Alguns, contudo, dizem que o quadro hodierno referente ao interesso que os jovens  tratam o voto, foi um combate em vão. Nessa perspectiva, cabe avaliar se eles realmente não se importam com a politica ou se estão recriando o modo de fazê-la.

Em primeiro plano, precisasse levar em consideração o âmbito familiar ao qual famílias preferem ignorar o assunto de cunho politico a ter discussões críticas onde fomentariam o desejo de pertencimento a luta. Visto que, segundo dados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a diminuição da quantidade de adolescentes entre 16 e 18 anos que não votam enquanto não são obrigados é apenas mais uma prova disso.   Ademais existe uma lacuna a ser preenchida, nas escolas tendo uma super valorização do conteúdo, mas pouco prepara o aluno para a realidade do “ser cidadão’’.

Outrossim, salienta-se  que com o advento da globalização, precisa-se levar em consideração que ser um sujeito ativo politicamente não se restringe a votar mas sim fazer valer a pena sua voz dentro do Estado Democrático  por meio das redes sociais, assim influenciando mais jovens.

Dessa forma, portanto, fica evidente a necessidade de uma sinergia entre o governo e as escolas. Por meio de políticas de integração juvenil,  o geverno elaboraria eleições escolares, onde os alunos deverão produzir propagandas demonstrando suas ideias para melhorias da escola que estuda, juntamente com a ajuda dos professores que proporcionariam palestras com o intuito de estimular o pensamento critico do aluno. Assim  à luta passada na década de 80 não teria sido em vão, visto que os jovens brasileiros estariam recriando uma nova forma de se fazer política.