A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 26/08/2019
Conforme os anos vão passando e o acesso à internet/televisão se expande, temos cada vez mais jovens antenados com os acontecimentos do nosso país, promovendo um forte engajamento político por meio dos mesmos. Esse protagonismo se mostra importante quando as pessoas mais novas possuem um diferente olhar para o futuro, podendo propor assim ideias inovadoras sobre a melhoria da República. Porém, vale ressaltar a extrema Com a globalização e a Revolução Informacional, o mundo teve uma expansão no âmbito tecnológico, no que de fato possibilitou um maior alcance de atualidades e informações. Em decorrência à isso, a sociedade fica mais ativa na esfera política, seja por meio de manifestações ou ações sociais. Porém, apesar das vantagens, é necessário afastar a velha política, com a entrada de jovens e seus pensamentos contemporâneos, o que é um grande desafio.
De acordo com dados do site de notícias R7, nas duas Casas Legislativas, a Câmara e o Senado, 62% dos parlamentares estão acima dos 50 anos. Para muitos brasileiros, isso é frustrante, principalmente por não refletir na demanda dos jovens.
Ademais, a desilusão na política e a falta de identificação com partidos diminuiu consideravelmente o número de eleitores mais novos, segundo uma pesquisa do G1 em 2018. Essa falta de interesse pode dificultar o processo de reforma nos poderes e uma escassez de ideias inovadoras que apenas pessoas nascidas nessas últimas décadas poderiam possuir.
Fica a cargo, portanto, do Ministério da Educação, promover mais programas de participação juvenil política como as já existentes “Parlamento Jovem Brasileiro” e “Jovem Senador”. Criar mais simulações oferecendo mini-cursos de atividades diárias parlamentares é criar expectativas e testar novos potenciais no futuro do país.