A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 13/09/2019

O advento da Revolução Industrial no século XVIII, possibilitou um ramo ilimitado de informações e entretenimento para o Brasil contemporâneo. Hodiernamente, esse marco histórico está diretamente relacionado as marcas negativas, no que tange a participação do público jovem no cenário político atual uma vez que, esses indivíduos permanecem inativos das decisões civis das suas comunidades, principalmente, pela modificação da luta dos jovens na vida civil.  Assim, cabe avaliar os motivos que levam a persistência da problemática.

De acordo com o sociólogo Jean Paul Sartre, o homem é naturalmente condenado a ser livre. A partir dessa perspectiva, a persistência das manifestações virtuais oriundas da população mais nova brasileira,  estão diretamente ligadas ás teorias de Sartre. Desse modo,a ampliação das tecnologias possibilitou um novo significado de luta de direitos rompendo com a perpetuação histórica traçada desde a ‘‘Ditadura Militar’’ na década de 80,  haja visto que, era habitual as pessoas irem para as ruas em busca dos seus posicionamentos civis. Faz-se necessário, uma discussão sobre essa temática da contemporaneidade.

Ademais,é indubitável que a lenta mudança da mentalidade brasileira está entre as causas do problema. Mediante a revista ‘‘Veja’’ o Brasil ocupa a nona posição no ranking da economia mundial. Nessa linha de raciocínio, é racional acreditar que o país possui um sistema político amplamente desenvolvido, em contrapartida, a realidade hodierna é baseada no oposto disso pois a maior parte da população aptas para votar preferem se escamotear do quadro político, ao invés de escolher seriamente um partido pelo qual defenda seus direito. Dessa forma, é inadmissível que mais de 10 milhões de brasileiros estão desiludidos em participarem das respectivas decisões, necessitando urgência na análise dessa bolha sociocultural.

Em síntese, medidas devem ser efetivadas a fim de mitigar os impactos da mentalidade brasileira. Nessa óptica, urge ao Ministério de Educação (MEC) promover debates a respeito da importância da participação na vida política do país, através de palestras com profissionais qualificados(prefeitos e vereadores), com a finalidade de elucidar a esse público a importância na busca de direitos coletivos fundamentais. Sendo assim, o Brasil será exemplo mundial ao propagar além de movimentações nas redes sociais, passeatas passivas nas ruas atenuando os impasses dessa nação.