A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 03/09/2019
“Passeata dos 100 mil”, protesto que reuniu 100 mil jovens que marcharam pelo centro do Rio de Janeiro, em prol do termino do regime militar.Percebe-se, que ao longo da história brasileira a juventude sempre se incluía em em um papel de grande relevância para o histórico político nacional.Entretanto,na contemporaneidade esta faixa etária se mostra negligente e indiferente em relação a questão política.
Primeiramente,cabe ressaltar as principais causas desta estagnação juvenil na política. A pesar de serem 1/3 dos eleitores aptos ao voto, os jovens deste século não se setem representados e muito menos se identificam com às propostas dos eleitos. Sob essa perspectiva, é necessário destacar o perfil unânime do legislativo e do executivo no país, este gira em torno de homens com mais de 30 anos. Por meio disso, percebe-se que a república velha encontra-se entrelaçada na política atual, já que princípios deste período como, idade, posição social e gênero ainda são requisitos para ingressar no meio político.Em síntese, nota-se que estes 45 milhões de eleitores jovens encontram-se desestimulados, pois não se enxergam em um grupo político que defende o setor rural,minerador, em cotra partida negligência questões que assombram essa faixa etária.
Outra questão de extrema importância, é proveniente do despreparo das instituições escolares quando se trata da instrução política. Quando se analisa a grade curricular nacional percebe-se que temas como, política atual, não estão inclusos no cronograma anual. Tal situação possibilita à formação de cidadãos inaptos para cumprirem de fato seus papeis políticos. Ao se analisar a fundo esta situação, nota-se também à falta de entenrece por parte dos alunos,pois estes acreditam que o tema e irrelevante e complicado para o entendimento. Sob esta perspectiva, o pensamento do filósofo Aristóteles encaixa-se perfeitamente, este afirma que aprendizagem tem raízes amargas, mais seus frutos são doces como mel. Conclui-se com isso, que atual juventude só tem enxergado as raízes amargas, pois na última década só ocorreu uma única manifestação, em junho de 2013, que mobilizou de forma significativa a população jovem. Contudo, percebe-se que o desenternece dos jovens em parceria com à ineficiência das escolas gerará danos na política das próximas gerações.
Portanto, para que a estagnação e o comodismo deixe de ser uma realidade na vida política dos jovens.Cabe ao MEC em parceria com o Ministério da Cultura, Incentivar a abordagens de temas como: estrutura,níveis atribuições na política brasileira.Tal proposta irá realizada por meio do redirecionamento de verbas públicas,esta será aplicada na formação de oficinas educativas que serão realizadas em centros culturais das cidades.Estas oficinas ocorreram em finais de semana para facilitar que o comparecimento dos professores,que terram aulas sobre a orientação política com foco nos aluno.