A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 09/09/2019
Segundo dados apresentados pelo jornal Estadão,um terço do eleitorado brasileiro é formado por jovens por jovens de 16 à 33 anos,ou seja,são mais de 45 milhões de pessoas em um universo de 45 milhões aptas a votar.Tal realidade,faz-se presente na sociedade brasileira desde a década de 80,com as manifestações das “Diretas já”,que,mesmo não tendo alcançado sua meta principal,tornou-se uma das referências da hodierna democracia social no Brasil.Porém,embora que no cotidiano o engajamento político jovem mantenha-se presente,divergências como o desinteresse no ato de votar agravam o impasse.Assim,é necessário analisar o evento em busca de uma solução para contorná-lo.
Antes de tudo,cabe ressaltar que há o descontentamento eleitoral em muitos sistemas democráticos do mundo,levando à súbita ausência de participação jovem na aplicação do voto.Nesse sentido,de acordo com uma pesquisa realizado pelo Instituto Data Popular,para eles,as agremiações partidárias e os governantes não falam sua linguagem.Sob essa lógica,fica evidente a dificuldade do estabelecimento de um diálogo entre atual geração,já desiludida com a corrupção,e os ultrapassados costumes políticos.Por consequência,esses fatores contribuem para o crescimento da moderna desconfiança eletiva.
Por outro lado,deve-se reconhecer que a abstenção ao voto não significa descomprometimento à atividade política,pois grande parcela dos jovens abstentes nas urnas eleitorais encontram-se ativos na defesa de seus direitos nas redes sociais.Conforme estudos do Instituto Data Popular,os políticos são análogos,mas a juventude é digital,Nessa diretriz,os meios virtuais de telecomunicações têm sido utilizados como o principal aparelho de compromisso popular dos jovens nas causas políticos-sociais.Com isso,nota-se o vigente crescimento de uma juventude comprometida na luta pelas suas cidadanias.
Diante do exposto,é mister a tomada de atitudes do Estado par amenizar essa situação.Em primeiro lugar,é dever do Ministério da Educação(MEC) a criação,por meio de verbas públicas,de centros de debates para envolver os jovens nos assuntos políticos nacionais,visando a conscientização do voto,para atingir esse objetivo.Por sua vez também,é responsabilidade do Ministério da Justiça,p estabelecimento de eleições políticas voltadas à projetos sociais na infraestrutura básica nacional,utilizando o Censo Público como principal via de diálogo entre a juventude e o corpo político brasileiro.Somente assim,essas medidas viabilizarão os urgimento de uma sociedade jovem mais participativa no cenário político do país.