A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 24/03/2020

O jovem brasileiro não está contente em seu país. Longe da política , não quer saber do desenvolvimento, ou até mesmo da situação financeira, de modo geral, não se preocupam em comparar passado e presente. O manifesto físico se tornou virtual. O manifesto virtual se tornou uma figura no sofá, sem interesse nenhum.

A falta de credibilidade nos políticos é um fenômeno mundial. No Brasil, se destaca os inúmeros casos de corrupções, em momento de crise financeira. “Estudo revelou, por exemplo, que 67% dos entrevistados viam a corrupção como um dos problemas que mais incomodam no Brasil. Um dos temas quase conquistou unanimidade: 99% dos jovens ouvidos pelo estudo afirmaram que é preciso melhorar a saúde da população. A educação ficou em segundo lugar, apontado por 98% dos entrevistados”, segundo a G1.

Segundo dados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), há uma diminuição da quantidade de adolescentes ,entre 16 e 18 anos, que votam sem estarem na faixa da obrigatoriedade. Essa falta de engajamento, a longo prazo, resultará em uma maior consolidação de crise política, social e econômica, bem como à ameaça da própria cidadania. Apesar do papel crucial dos jovens para transformações políticas, a juventude se mostra desinteressada.

O jovem pode transformar a política, mas para isso tem que ter engajamento. Hoje os jovens apontam diversos motivos para não estar engajado, porém, a maioria é por desinteresse, pois acredita que não se tem mais soluções. O jovem é a ferramenta fundamental para manifestações e uma nova politica.