A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 01/04/2020
Atualmente, o jovem brasileiro se apresenta desanimado perante à política do país, entretanto, não desinteressado. Dados apresentam que um terço do eleitorado brasileiro é composto por jovens, e tal número é capaz de decidir as eleições futuras; entretanto a população entre 16 e 33 anos, não acredita na capacidade dos antigos costumes políticos, e está disposta a mudar isto, seja por meio das redes sociais, ou até mesmo pelas passeatas nas ruas.
Desde 1983, o jovem se mostra engajado na política, ano tal qual foi caracterizado pelas Diretas Já, dos caras pintadas, e pela renúncia do presidente Fernando Collor; objetivo central dos protestos. Já em 2013, ocorreram passeatas contra o aumento das passagens de ônibus, e a falta de serviços públicos de qualidade; a maior manifestação desde 1984.
Nos anos 2000, começou a popularização das redes sociais, e então, as discussões políticas virtuais. A imagem do manifestante de sofá foi popularizada na época, são pessoas que defendem sua ideias por grupos em campanhas on-line, e se recusavam a sair de casa para expressar suas opiniões ao mundo físico. Ao passar dos tempos, eles foram percebendo que eram totalmente irrelevantes defendendo e discutindo sobre política nas redes sociais, até mesmo em abaixo-assinados virtuais. Foi nesse momento que voltaram a praticar as mobilizações no mundo físico.
O jovem se sentiria mais confortável tendo um governador na mesma faixa etária, como por exemplo no estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, um governador com 35 anos de idade. O governo brasileiro haveria de tenta usar mais a internet, atualmente, para os jovens terem mais interesse na política, pois é o local onde eles mais buscam informações. Conquistando então, interesse deles para eleições, democracias e cidadanias.