A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 31/03/2020
Historicamente a atuação do jovem na política é de suma importância para o poder legislativo, como as manifestações “caras pintada” e “diretas já”. Sendo os púberes a chave para apregoar o famoso movimento iluminista. Contudo, atualmente os interesses do jovem pela política é cada fez mais escasso, sendo o descrédito e o menosprezo do jovem na área politica.
Uma problemática é descrença na política atual; a política brasileira tem um histórico problemático com a corrupção de líderes governamentais. A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da silva e entre outros inúmeros escândalos, carrega uma infidelidade com os cidadãos, principalmente os jovens, com os candidatos ao governo. No ano de 2014 em comparação com 2018, a porcentagem de votos juvenis cai em 14%.
Outra problemática é o desapreço dos adultos e familiares, com a opinião contemporânea dos jovens. É característico para os nascidos nas gerações “x” e “y”, seguirem a ideologia que lhes foram ensinados quando jovens. Quando um jovem traz ideais que confrontam a ideologia paternal, surgi-se um menosprezo quanto a opinião juvenil. Como, por exemplo: o atual presidente da república intitular ativista, Gretha Thunberg, de “pirralha” após a mesma fazer um comentário em apoio aos índios cearenses, como esclarece a rede comunicação Euronews.
Na tentativa de trazer apreço ao jovem pela política, é necessário investir na educação. Pertence ao Ministério da Educação incentivar as escolas a trazerem exercícios práticos, como a criação de um grêmio estudantil, introdução a política no meio estudantil em forma de conteúdo didático. A ECB (Empresa Brasil de Comunicação) trazer conscientização aos pais, também tronar o horário eleitoral mais dinâmico e atraente, com uma linguagem formal e legível ao receptor. Trazer informações e histórico de possíveis eleitores nas redes e mídias sociais.