A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 31/03/2020
Embora muitas pessoas pensem que, o jovem se envolver com política seja uma perda de tempo, eles são literalmente o futuro do Brasil e do mundo, tendo o direito e o dever de achar e opinar sobre o tal. Porém quase que 100% dos pais não quer que o mesmo siga a profissão de vereador, governador, entre outros… Pois julgam essa profissão com uma palavra muito conhecida no Brasil: Ladrão. As pessoas com idade entre 15 e 29 anos, ao contrário do que insinua o senso comum, não são desinteressados da participação na vida pública. O que é fato, diagnosticado por diferentes investigações no Brasil e em outros países, são as mutações nas formas e conteúdos da participação motivadas pelas novas configurações sociais que interferem nas motivações e condições objetivas que favorecem ou inibem processos de participação. Seres que se encontram na juventude, porém nem todos, mantêm a motivação para a participação, entretanto, é um número reduzido que se encontra disposto a fazer em espaços tradicionais e institucionalizados, também em torno de propostas cujos significados não dialogam com as contemporâneas condições de vivência do tempo da juventude. Um dos traços característicos da vida juvenil, hoje vem a ser o maior campo de autonomia que os jovens possuem frente aos adultos e as demais coisas e afazeres, e a capacidade que diferentes coletivos de jovens têm demonstrado na invenção de novos espaços-tempos de participação.
A política é importante para a sociedade, visto que é por meio dela que são criadas as leis, que consequentemente, afetarão no futuro. Desde pequenos, as pessoas são criadas com um afastamento da política. Porém a política está em todo lugar e não tem como fugir do assunto. Além disso, deve-se aprender e incentivar o assunto nas escolas. Os pais devem estar preparados para os questionamentos e dialogar de maneira sensata.