A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 07/04/2020

Em virtude do cenário atual, é notável como a juventude brasileira está inconformada com o país em que vive. Na década de 80, o Brasil presenciou jovens se pondo de frente ao regime militar e lutar por maior participação política. Esse movimento foi conhecido como “Diretas já”, onde, onde não se teve seu objetivo principal na época, mas passou a ser um fato marcante da democracia. Apesar do papel importante dos jovens para transformações políticas e sociais, na contemporaneidade essa faixa etária se mostra indiferente. A conspurcação em relações ao poder e à amplificação da depreciação da sociedade são as principais causas dessa negligência.

A priori,é importante levar em consideração que a falta de credibilidade aos políticos é um fato mundial. No Brasil, enfatizando os incontáveis casos de corrupções, o momento de crise em inúmeras partes sociais mostra uma decadência do modelo habitual de entretenimento e participação política. Muitos jovens que não possuem a idade obrigatória não votam.Esse fator, resultará em uma maior crise política, social e econômica, bem como à ameaça da própria cidadania.

Outrossim,a questão é a falta de acesso a uma educação de qualidade valorizando os conceitos ligados a participação social. Na Grécia Antiga ,  a política era fundamental para a formação de um Estado. Em um Estado Democrático de Direito, o jovem deve compreender seu protagonismo no que se refere a conquistar o bem comum.

De acordo com os fatos supracitados, é nítido, que o jovem tem um papel importante na construção nacional. Cabe ao Ministério da Educação, incentivar escolas públicas e privadas , a praticarem atividades da questão política longe do senso comum. Mostrar, por meio de aulas de história e sociologia, um histórico da participação da juventude em grandes eventos nacionais. Assim, os alunos terão a oportunidade, por consequência de garantir uma melhor formação cidadã.