A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 28/04/2020
Ordem e Progresso. Esta frase positivista insinua que só se atinge o conhecimento científico através da união e concordância. Esta proeza, inúmeras vezes é atingida pela sinergia, qualificação e mão de obra realizada por jovens. Porém, os requisitos imprescindíveis para tal ambiente propenso a essa evolução surgem a partir das instituições de ensinos e relações humanas. Uma vez que o sistema de ensino público e os políticos provocam descrença no Estado, a coesão social se rompe. Desse modo, tal situação merece um olhar mais crítico de enfrentamento. De início, deve-se reconhecer que este panorama subsequente decorre do meio de ensino anacrônico de escolas públicas. Sabe-se que para educar um aluno, faz-se essencial a presença de livros e professores. Os livros, capazes de transmitir conhecimento, por muitas vezes são instigados a leitura fora do seu tempo, gerando desinteresse. Os educadores por sua vez, buscam resolver as dúvidas dos alunos, ocasionando assim uma dependência do jovem que se reflete na sociedade.
Em segundo lugar, vale ressaltar que a crise política responsável pelo rompimento social é causado pelo reflexo da socialização dos indivíduos. Isto ocorre devido à crise de representatividade oriunda do envolvimento de representantes em crimes de Estado. Muitas vezes, possuem punições que passam a sensação de impunidade quando comparada a de outros grupos. Durkheim dizia que coesão social é o sentimento de pertencimento que gera sensação de unidade. Com os privilégios dos políticos, essa unidade elimina-se, logo a conexão se desfaz.
Portanto, são necessárias medidas para mitigar essa problemática. Primeiramente, escolas devem incitar a leitura continua de livros por meio de avaliações, todavia deverão ser apropriados às idades de acordo com o grau de dificuldade de leitura. Seguidamente, instrutores devem estimular os alunos à auto-reflexão, desenvolvendo o senso crítico e a autonomia. Depois, com o processo de socialização aprimorado pelas escolas, a justiça precisa agir mediante às leis igualmente sobre todos.