A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 09/05/2020
É inegável que a falta de participação política ocorre devido ao baixo sentimento nacionalista, principalmente entre os jovens brasileiros, e o pouco incentivo governamental sobre as votações. Dessa maneira, medidas para solucionar a problemática fazem-se necessárias.
Vale afirmar que, segundo dados do IBGE e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a porcentagem de participação da população em exercer um direito com idades entre dezesseis a dezessete anos, na qual o voto é facultativo tem decrescido de forma retrocessiva com o passar dos governos e dos anos, de 40% em 2012 para aproximadamente 33% em 2016. Com isso, percebe-se o baixo desejo e o alto descaso na representação política por parte, essencialmente de tais cidadãos.
Se, por um lado, a Constituição Federal de 1988 assegura o direito de escolha política, tanto de vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais quanto de governadores e presidentes, por outro lado, a insatisfação por parte dos eleitores com determinadas práticas indevidas de representantes políticos faz com que aqueles ingressados atualmente na política adquirem o mesmo sentimento de insatisfação, conforme uma pesquisa realizada pelo TSE. Com isso, se tornam desacreditados que no Brasil mesmo que se tenha a liberdade de voto, nem uma mudança radical no comportamento dos que estão no poder irá ajudar. Logo, é de importância uma solução.
Portanto, fica a cargo das instituições formadoras de opiniões em parceria com as famílias resolverem tal situação. Dessa forma, devem-se promover discussões críticas acerca da participação política, por meio da criação de grupos para o diálogo com o intuito de preparar toda a juventude para a realidade do “ser cidadão”. Complementarmente, discutir sobre os direitos e a importância do voto atualmente. Sabe-se que os desafios são muitos mas, combatendo-os é possível ingressar os jovens na política contemporânea.