A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 19/05/2020
Democracia participativa
Na Grécia Antiga apenas homens maiores de 21 anos podiam participar das decisões políticas, excluindo homens jovens e mulheres. Todavia, hoje entende-se a importância da participação do público juvenil nas Assembleias para manutenção e asseguração dos direitos já conquistados, visto que esse grupo faz parte da história nacional de luta pelas atribuições. Desse modo, faz- se indispensável apoiar jovens ativos no governo a fim de restaurar o cenário político brasileiro dentro e fora do país.
Em primeiro plano, durante o período da Ditadura Militar no Brasil, muitos foram torturados e presos, dentre eles, jovens estudantes que reivindicavam seus direitos e pediam o fim da censura e redemocratização do país. Nesse sentido, nota-se a relevância desse grupo para assegurar os direitos da população, principalmente, o de ir e vir, liberdade política e democracia como forma de regência. Assim, mostra-se proveitosa a participação dos jovens no governo com o objetivo de ampliar as diversidades partidárias e garantir que classes diferentes e indivíduos de várias idades sejam devidamente representados.
Outrossim, o filósofo Immanuel Kant afirma que o esclarecimento é capaz de libertar e dar autonomia ao ser humano. Sob esse viés, entende-se que o conhecimento é essencial para o desenvolvimento cognitivo e formação de um indivíduo crítico e político. Dessa forma, as Instituições educacionais têm a responsabilidade de capacitar os estudantes, tornando-os intelectivos e conscientes para realizarem decisões políticas eficientes que beneficiem a toda população brasileira.
Em suma, verifica-se que a participação dos jovens na política brasileira é relevante e indispensável, visto a constante participação em manifestações e debates para assegurar os direitos da população. Dessa maneira, compete ao Ministério da Educação, criar aulas interdisciplinares nas escolas, como política e cidadania, a fim de que os estudantes cresçam inseridos no contexto político e tenham autonomia. À medida que essas sugestões forem aceitas, teremos no Brasil uma democracia diferente da Grécia antiga, consciente e liderada por uma parte jovem, dispostos a mitigar as desigualdades existentes no país.