A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 16/05/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, diante de uma realidade instável e temerária que mescla conflitos nas esferas políticas e sociais, tornando-se de extrema importância analisar os frutos dessa problemática.
Em primeiro lugar, é fulcral salientar que um dos motivos da baixa participação efetiva do jovem na política atual, se dá pelo aumento da corrupção e das atitudes negligentes do Estado para com a população. Devido a falta de comprometimento das autoridades, o jovem se sente cada vez mais incapaz de mudar esse cenário. Desse modo, é indispensável a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Em segundo lugar, vale acentuar a nova estrutura social vigente e compreender que as formas de se expressar mudaram. Com a ascensão da tecnologia, basta apenas um “post” para se manifestar contra ou a favor de alguma questão governamental. Por fim, essa ação deprecia a importância da juventude ir para as ruas e lutar de corpo presente pelos diretos que lhe são assegurados por lei.
Portanto, medidas exequíveis são necessárias para reprimir o avanço da problemática na sociedade brasileira. Para tanto, as instituições que são responsáveis pela educação e formação do senso crítico dos alunos, devem ensina-los a importância da participação ativa deles na política. Isso pode ser feito por meio de atividades lúdicas e palestras adaptadas de acordo com à faixa etária. Consequentemente, em médio e longo prazo, a coletividade alcançará a Utopia de More.