A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 01/06/2020
Na perspectiva da filosofia contratualista, o Estado foi criado para assegurar os direitos dos homens e proporcionar relações harmônicas. Entretanto, a política no Brasil não tem sido uma área bem tratada, visto que os jovens têm se desinteressado ao longo do tempo, o que faz necessário mudar a visão dos jovens na sociedade.
Historicamente, sociedade estamentais ou estratificadas são legitimadas pelos mais diversos motivos: Em Atenas, homens, de 21 anos, filhos de pai e mãe atenienses eram os únicos considerados´´cidadãos``e que poderiam participar da política. No Brasil, segundo a Constituição Federal, o voto é facultativo a partir de 16 anos, uma forma de encorajamentos aos jovens para participar da política, tal que, é o jovem que decide o futuro próximo.
Embora, a política tem ficado em segundo plano, devido a preocupação dos jovens ao entrar no mercado de trabalho, dedicando-se ao seu tempo, em outras palavras, há uma degradação na política quando não há prática ou estímulo para que os jovens se entretém, com isso a participação é nula.
Outro aspecto a se abordado é, família que preferem ignorar o assunto a ter discurssões críticas sobre o tema, na escola, que valoriza muito o conteúdo, mas pouco prepara o aluno para a realidade de ´´ser cidadão. Antônio Lobo, escritor e psiquiatra português, é bastante claro ao dizer que: ´´Um povo que lê nunca será um povo escravo. ou seja, quem é educado pensa,reflete, sabe questionar e criticar, não sendo,no final um subjugado.
Dessa forma, constata-se a necessidade do fortalecimento da democracia pela atuação dos jovens com a promoção da educação política. Logo, cabe ao Estado promovê-la por meio da implatação, nas escolas, de sistemas que valorizem a atuação e enriqueçam o pensamento crítico do aluno como o estudo sociólogo da constituição e da declaração universal dos direitos humanos. Somente assim, a futura geração será politizada para exigir avanços a nível mundial.