A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 17/05/2020

Nos tempos antigos, mais especificamente na Grécia antiga, só era considerado cidadão aqueles que tinham mais de 21 anos e eram do sexo masculino. Contrastando com a realidade brasileira, a idade para a participação política diminuiu, porém o desinteresse do jovem por essa ciência aumentou. Logo, os principais agentes dessa problemática são: a falta do incentivo para a participação, bem como a subestimação do termo.       De acordo com Mahatma Gandhi, “o futuro dependerá daquilo que fazemos no presente”. Partindo desse ponto, na política brasileira, observamos um enorme desinteresse por parte dos jovens na participação, no fazer, essa situação é uma consequência da falta do incentivo do conhecimento pelo termo, pois, desde cedo, não somos incentivados a fazermos política apenas aprendemos a votar.

Do mesmo modo, é válido ressaltar que o termo política sofreu uma subestimação da sua grandiosidade. Os jovens pensam que apenas os governadores, deputados, têm a capacidade de realizarem a política, se esquecendo de que ela é realizada por todos e em todos os lugares.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para que o jovem seja mais ativo na política brasileira. Assim sendo, o Estado em conjunto com as escolas, devem promover o incentivo por meio da promoção de debates, discussões acerca do tema, a fim de que os alunos saibam e tenham interesse pelo tema. Da mesma forma, cabem às mídias sociais, a propagação de campanhas a respeito do termo, com a finalidade de que todos saibam quem realmente a realiza, os brasileiros. Com a efetiva prática dessas ações, o Brasil poderá enfim perceber a crescente participação dos jovens no sistema político.