A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 24/05/2020
Para um País democrático consolidar a prosperidade e a cidadania, o Estado necessitará reduzir, ao máximo, as entropias sociais. Diante desse princípio constitucional parafraseado, nota-se a relação de cuidado com a qual o Brasil deverá gerenciar as suas desordens, entre elas a pequena participação política dos jovens na atualidade. Problema no qual se observa uma negligencia acentuada do poder público na busca de meios para educar os jovem da importância da ação cidadã para o futuro da nação. Por essa falta, há um desequilíbrio na ordem pública e nos direitos fundamentais dessas pessoas.
Perante esse transtorno, há fatores históricos os quais evidenciam a desatenção petrificada do Estado na falta de inclusão da juventude na política atual. Esses fatores estão retratados na obra de Boris Fasto, “História do Brasil”, a qual descreve a desigualdade na participação governamental e de direitos durante os anos de 1891, os quais contemplavam apenas homens ricos e maiores de 21 anos. Devido a isso, houve a exclusão e a descriminação dos adolescentes. De maneira análoga, infelizmente, a desigualdade política histórica continua com a lacuna de oportunidades, educação e espaço aos jovens no campo da cidadania. Por conta disso, há um ameaça constante no equilíbrio social e nos direitos básicos desses brasileiros.
Para além disso, é importante pontuar que durante o Período Monárquico, contextualizado no livro de B. Fausto, o Brasil ainda não englobava ações e meios para erradicar ou diminuir essa vergonhosa exclusão dos adolescentes na política. Atualmente, no entanto, esses meios já fazem parte da Constituição Federal de 1988, a qual assegura, através dos direitos fundamentais, a inclusão e participação dos jovens na cidadania do país. Porém, lamentavelmente, essas garantias não condizem com os 79% dos jovens não participantes da eleição de 2018, segundo os dados do TSE. Ou seja, esses número deixa nítida a negligencia contínua do poder público na busca de esclarecer e introduzir os jovens na política, e isso afeta diretamente o bem-estar, o futuro e o progresso de toda a nação.
Portanto, para haver a ideal participação dos jovens na política do Brasil contemporâneo, o Estado deverá neutralizar a eufemização da desatenção exposta, isto é: o Ministério da Educação e o Ministério da Cidadania criarão um aplicativo para celulares. Esse aplicativo terá o objetivo de educar e e esclarecer aos adolescentes a importância do papel na participação integral da política do seu país. Essa ação será administrada por professores na área do direito e por membros do TSE. Além disso, o aplicativo receberá denúncias contra os gestores públicos os quais não investe ou auxilia a inclusão dos jovens na política local e nacional. Essa ação será aprovada no Congresso Federal por meio de um projeto de lei. Assim, sem dúvida, o Brasil consolidará a prosperidade e todos os direitos fundamentai.