A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 01/06/2020

O jovem não está triando seu futuro

O Brasil está mergulhado num caos político a vários anos, com governantes corruptos e incompetentes, isso advém, principalmente, pelo desinteresse de parte considerável da população, em especial os jovens, pela política, não exercendo seu papel na construção do país. Segundo os Estadão os jovens são um terço do eleitorado brasileiro, isso equivale a mais de 45 milhões de eleitores. Nesse contexto, a formação de um interesse e de uma consciência política é de suma importância para nação.       O Brasil por ser um país democrático é movido pela política, que segundo Aristóteles é “a arte de governar”, e desvios desse modelo traz episódios trágicos como o Golpe de 64, por esse motivo pode-se dizer que quem não se interessa por política acaba sendo governado por aqueles que que se interessam. Portanto, a apatia por ela pelos jovens sentida leva a um futuro guiado pelos interesses da parte mais velha da população, que, quase sempre, não se alinham com os da parte mais jovem.

A priori, os jovens atualmente estão intimamente ligados a tecnologia. Muitos deles com intuito de ter voz na sociedade e na política utiliza desse meio para promover protesto cibernéticos, porém este tipo de manifestações não gera abalo nos governantes e, por conseguinte, não acarreta modificações na estrutura de gestão pública. Logo, manifestações virtuais não são eficientes no processo de mudança política.

Em suma, os jovens são parte importante na construção do país, e sua participação política é indispensável, mas atualmente essa participação está deficitária. Desse modo, cabe às escola a implementação de medidas que visem a formação política com base em conceitos filosóficos, como os de Aristóteles; aos pais, cabe a tarefa de incentivar a construção de um interesse das crianças pela política e o entendimento de sua importância; aos próprios jovens, cabe uma intensa busca por materiais que o possa ajuda-lo na sua escolha do novo governante, e a substituição das manifestações virtuais pela física.