A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 22/05/2020
Segundo o romancista e estadista frances Victor Hugo,‘‘A primeira igualdade é a justiça’’. De maneira análoga, na contemporaneidade, esse conceito não se efetiva, uma vez que a participação política no Brasil contemporaneo impede o estabelecimento da justiça social. Diante disso, tanto a formação da sociedade moderna quanto as falhas estatais surgem como impulsionadores desse imbróglio.
Vale ressaltar, de início, a formação social como uma das causas do problema. Nesse viés, segundo o sociólogo Émile Durkheim, o conceito de anomia consiste na desintegração das normas sociais,causa das patologias da sociedade moderna e individualista. Nessa perspectiva, pode-se relacionar ás transformações no estilo de vida do século XX,o que, por conta, a população jovem mostra-se escassa de ideias, no momento de crises de diversas esferas da sociedade, oque aponta para uma falencia de modelo tradicional de participação política jovem, provoca o atual quadro tenebroso da pouca cooperação política jovem.Tal conjuntura reflete-se no baixo nível educacional,na formação de indivíduos com pouca capacidade crítica, ratificando,assim, o contexto anomico.
Além disso,pode-se citar a ineficiencia de medidas governamentais ao tratar a questão.Isso, porque, a formação da sociedade e as falhas estatais entravam a superação desse contexto preocupante.Rompe-se, desse modo,a proposta de contrato social defendida por Thomas Hobbes, uma vez que a precariedade de ações do poder público não permite a concretização do direito a participação política, previstos no artigo 3 da Constituição Federal de 1988.Logo, a grave condição que envolve a participação do jovem na política permanece sem solução.
Portanto, a necessidade de medidas para mitigar a problemática.Cabe ao Estado agente responsável pelo controle social investir na criação de um plano nacional de participação política, por meio da reorganização das diretrizes orçamentárias, a qual permita a construção de uma democracia mais sólida, com intuito de mostrar a democracia participativa como cidadão