A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 19/05/2020

De acordo com o filósofo Aristóteles, “o homem é um animal político”. Nessa perspectiva, pode-se afirmar que a participação política do ser é importante e deve ser frequente para o bem-estar social. Contudo, no Brasil Contemporâneo, há uma negligência governamental no cumprimento de deveres e a falta de incentivos à política nas escolas. Dessa forma, mudanças são necessárias para reverter tal quadro.

Em primeiro plano, cabe analisar a Constituição Federal de 1988, a qual impõe o direito ao voto a partir dos 16 anos. Desse modo, os jovens entram nesse meio para entender como funciona o governo e se unem em rebelião quando as ideias fogem da legalidade e respeito com os cidadãos. Sob essa ótica, é importante manter tal vínculo com a política social em função do prazer brasileiro.

Além disso, é válido ressaltar a citação do filósofo Immanuel Kant: “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Desse modo, um sujeito ativo politicamente não se restringe apenas a votar, é preciso se posicionar diante do contexto político do país. Com isso, o estímulo das instituições de ensino precisa continuar e efetivar a transcedência da participação política atualmente no Brasil.

Destarte, urgem medidas para incentivar cada vez mais a participação política dos jovens brasileiros. Logo, o Ministério da Educação - órgão do Governo Federal - deve promover, sobretudo nas escolas, organizações que visem a colocação decisiva dos jovens na política por meio de palestras informativas acerca da importância social a fim de garantir tal viés. Ademais, é de suma importância que haja total fiscalização do Poder Executivo nas leis brasileiras e no respeito à todos os indivíduos. Assim, o Brasil será um país politicamente ativo pela sociedade e a ideia defendida por Aristóteles garantirá um futuro brilhante.