A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 23/05/2020
Conforme Oscar Wilde, ‘’A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou uma nação’’. Nesse sentido, a visão de Wilde tem se aplicado à realidade, tendo em vista a participação política do jovem no Brasil atual. Assim, depreende-se que fatores como engajamento social e reação a condição de subordinação mostram-se como resultantes da situação.
A princípio, nota-se que que o engajamento social trata-se de um potencializador da participação política do jovem no Brasil contemporâneo. Em relação a tal fato, segundo Rousseau, ‘’A vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos’’. Relativamente, observa-se que o aliciamento social pode ser encaixado na teoria do filósofo, uma vez que a mobilização da sociedade possibilita alterações na política, por exemplo, Revolta dos Beckman a qual contou com toda a população local devido à exploração de empresas portuguesas no Maranhão. Consequentemente, ao ser sufocada a sociedade se une e reivindica seus direitos.
Ademais, a reação a condição de subordinação identifica-se como outra derivada da situação. Na época da Idade Moderna, houve a Revolução Francesa, que consistiu na revolta do terceiro estado, liderado pela burguesia, contra o primeiro e segundo estado. Na formação nacional brasileira, os legados da Revolução Francesa mostram-se presentes, pois houve combate à subordinação, como a Conjuração Baiana a qual, influenciada pela Revolução Francesa, mobilizou toda a sociedade no combate aos lusitanos. Por conseguinte, é perceptível a influência das ideias europeias na consolidação nacional.
Logo, a questão da participação política do jovem no Brasil requer apoio familiar. A família deve incentivar a participação política do jovem, por meio de conversas e exemplos históricos, que serviram para estimular o conhecimento sobre a atualidade, a fim de assegurar que o jovem conheça os direitos de cidadão.