A participação política do jovem no Brasil contemporâneo
Enviada em 24/05/2020
A Importância do Jovem na Política
Machado de Assis, em sua fase realista, despiu a sociedade e teceu críticas aos comportamentos que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebe-se aspectos semelhantes no que tange a questão da participação política do jovem no país. Dessa forma, observa-se que o tema reflete um cenário desafiador, seja em virtude da falta de responsabilidade da política, seja pela ausência de boas ações dos poderes governamentais.
Sobre esse viés, pode-se apontar como empecilho à consolidação de uma solução do problema a falta de responsabilidade da política. De acordo com “O Globo” está ocorrendo erros no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM), pois não está tendo organização da parte do Ministério de Educação e isso está levando aos jovens recorrer a redes sociais, quase 70%, e divulgar sua indignação em forma de manifesto. Com isso, analisa-se a força que cada um tem por intermédio da liberdade de expressão buscando chegar a algum desfecho de algo que não está sendo satisfatório para sociedade.
Outrossim, nessa temática, é a ausência de boas ações governamentais. Sob essa lógica, segundo a “Folha de São Paulo” 83% da população estão insatisfeitos com a política, sendo que o “G1” divulgou que de 6,5 milhões de jovens, apenas 1,4 milhões tiraram o título de eleitor alegando não querer participar e fazendo reclamações no Twitter tendo as primeiras colocações entre os mais vistos e compartilhados. Dessa forma, ver-se o quanto a juventude está informada e interagindo nesses assuntos tão importantes dentro de uma corporação.
Portanto, medidas precisão ser tomadas para que venham ocorrer melhorias e manutenção da participação política do jovem no Brasil contemporâneo. Porquanto, a própria comunidade jovem deveria conscientizar-se que é preciso ter essa conservação de busca por conhecer que está acontecendo ao redor e se impondo por vias de comunicação com o objetivo de termos o controle sobre ações não bem efetuadas. Só assim, irá existir um equilíbrio e harmonia na relação de governantes e governados sendo praticado a democracia verdadeiramente. Por fim, devemos tomar posição de cidadãos e modificar. Já dentro das escolas poderiam instruir, ensinar e mostrar que é necessária essa participação direta, votando e não apenas reclamando, e que podem mudar a história de um país através de reuniões e palestras que capacitem esse grupo em foco com a finalidade de expor o quão preciso é estar informado, pois são os seus votos que irão influenciar na continuidade de sua pátria, pois como disse Martin Luther King: “ Toda hora é hora de fazer o que é certo”.