A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 19/05/2020

A música “Não é sério”, da Banda Charlie Brown Jr. retrata a opressão que os jovens sofrem pelos representantes políticos do Brasil em não serem levados a sério. Poderia ser apenas uma melodia, no entanto, a representatividade juvenil na política brasileira ainda é limitada. Tendo em vista que jovens precisam ser ouvidos, é imprescindível buscar alternativas que fortaleçam a presença do jovem nas decisões políticas na sociedade brasileira.

Em primeira análise, cabe destacar que com o advento da globalização, os jovens vem tornando-se protagonista nas decisões que refletem ao seu futuro. Atrelado a isto, Karl Marx atrela a luta de classes como o motor para transformações sociais. É importante salientar, que a para que os interesses sejam defendidos, os jovens precisam ir às urnas durantes as eleições. Diante disso, o portal G1, mostrou que a participação dos jovens entre 17 e 18 anos no ano de 2018 foi a menor desde 2002.

Outrossim, para que os anseios da juventudes sejam sanados, a inserção juvenil na política deve-se tornar uma realidade. Segundo o filósofo Aristóteles, o homem é um ser político. Sendo assim, quanto mais cedo esta participação, como por exemplo, em grêmios estudantis, mais preparados estarão para a vida pública. Contrapondo estas ideais, o Jornal Folha de São Paulo mostra que apenas 2% dos candidatos tinham idade inferior a 24 anos.

Portanto, devemos inserir os jovens precocemente nas decisões do seu futuro e da sociedade. Para estas ações, a escola transforma a realidade dos cidadãos. Por meio de eleições neste ambiente, os alunos podem escolher representantes como, diretores, líderes de grêmios. A fim de serem ouvidos, como a canção acima, eles escolherão bem o representantes que apresentam as propostas condizentes com seu julgamento políticos. Com isso, transfomaremos a história deste país com a participação ativa dos jovens na política.