A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/05/2020

A União da Juventude em prol da Democracia Direta

A participação política sempre foi um privilégio para poucos. Na Grécia Antiga, por exemplo, ela era restrita aos homens livres, excluindo a grande maioria da população. Em oposição, hoje, na maioria dos países ocidentais, todos podem reivindicar políticas públicas e criticar o governo. Porém, mesmo com advento da internet, as pessoas têm dificuldade em criar uma mobilização popular efetiva. Portanto, há a necessidade de medidas que façam com que o povo se comunique melhor com o governo.

O Revolucionário Karl Marx advoga, em sua extensa literatura, que o povo é o verdadeiro agente histórico. Sendo assim, a juventude é o sujeito mais propenso a mudar politicamente o Brasil e o mundo. Para tanto, a organização social é imprescindível, sendo que esse é o maior desafio dos jovens do século XXI. Isso porque os meios de comunicação atuais, apesar de úteis, alienam fortemente a população, subtraindo seu senso crítico.

Além disso, as escolas de ensino fundamental e médio formam indivíduos despreparados para a vida política. Isso faz com que muitas pessoas sejam facilmente manipuladas pelos interesses neoliberais da elite econômica. Esse fato é problemático pois essa elite impõe um consumismo insustentável, o que é muito nocivo para a humanidade. Contudo, ainda há estudantes engajados com a política nacional, constituindo uma esperança para o futuro.

Em síntese, a cooperação política dos jovens precisa melhorar. Para isso, as escolas podem, com o apoio do Ministério da Educação, realizar palestras semanais sobre temas relevantes para as políticas públicas atuais. Com isso, haverá cada vez mais mais cidadãos preparados para a participação crítica nas decisões do Congresso Nacional. Pois, como bem expresso na Constituição Federal, todo o poder emana do povo.