A participação política do jovem no Brasil contemporâneo

Enviada em 25/05/2020

Uma breve interpretação do filme brasileiro Olga pode externar a pertinente e intrínseca relação do protagonismo juvenil e a política, sobretudo no Brasil. Posto isso, envolver-se com as dinâmicas governamentais implica compreender a história nacional e desfrutar dos mecanismos concernentes ao exercício da eminente democracia.

A princípio, é imprescindível o embasamento histórico para  pormenorizar os vigentes acontecimentos políticos e socais. Nesse enfoque, inteirar-se da relevante atuação jovem no Movimento Caras Pintadas - em 1992, com o objetivo crucial o impeachment de Fernando Collor-, ressalta uma essencial e sagaz voz ativa, capaz de transmutar, de forma benéfica, o destino de uma sociedade. Sendo assim, considera-se o âmbito educacional como principiador de interesses públicos e, portanto, “O homem é aquilo que a educação faz dele”, consoante Immanuel Kant.

Ademais, assim como os filósofos gregos Sofistas ensinavam jovens sobre a oratória, com a finalidade principal a prática democrática, a atual geração brasileira necessita ampliar a sua posição política por meio do domínio do diálogo. Nessa perspectiva, as redes sociais detêm a capacidade de integrar novos atores políticos, bem como posicioná-los frente ao desempenho legal e soberano da ilustre cidadania. Dessa forma, exemplifica-se a significativa disseminação da seriedade do voto consciente, uma vez que tal parcela populacional compõem cerca de 31% do eleitorado nacional, segundo o Jornal Estadão.

Frente à discussão retratada, urge, por conseguinte, a fortificação da matéria História do Brasil na conjuntura educacional, por parte do Ministério da Educação, bem como a expansão democrática da União Nacional dos Estudantes (UNE), a fim de ampliar o protagonismo juvenil no espaço político. Além disso, torna-se fundamental o papel da sociedade na otimização das interações sociais na internet para debater, de maneira consciente, questões públicas e, possivelmente, robustecer o dever do jovem na prática de uma louvável democracia.